Catequese do Bom Pastor

Educação Infantil e 1º ano do Ensino Fundamental 1

“Deixai as crianças virem a mim e não as impeçais, pois a pessoas assim é que pertence o Reino de Deus.” Lucas 18,16

Segundo Maria Montessori as crianças são tão capazes de distinguir entre as coisas naturais e sobrenaturais que a intuição delas leva a pensar em um período religioso sensível: a primeira idade parece ligada a Deus, assim como a evolução e desenvolvimento do corpo depende intimamente de leis naturais que estão em vias de transformá-lo. Por isso, se vê a importância de trabalhar o ensino religioso neste período, de maneira a prepará-las para aquisição moral de suma importância: o reconhecimento do bem e do mal, e, por conseguinte, o exame de sua consciência e o cuidado por conservá-la sempre pura.

Em uma sociedade que infelizmente se perde na falta de valores em busca de bens materiais a Educação Montessoriana vem fazer a diferença ao instruir a criança face à realidade do mundo exterior, e o que forma face à realidade da educação do coração, da vida espiritual.

Maria Montessori foi uma grande educadora, pessoa visionária e espiritualizada, pois foi capaz de ver potencialidade onde muitos duvidavam que houvesse, soube ter um olhar de respeito sobre o que aparentemente é frágil e a partir daí descobriu um grande tesouro, e essa descoberta a fez afirmar que a criança é o eterno Messias que regressa em meio aos homens caídos para conduzi-los ao Reino dos Céus, e ao fazer tal afirmação nada mais fez que confirmar a frase proclamada pelo próprio Cristo:
“Deixai as crianças virem a mim e não as impeçais, pois a  pessoas assim é que pertence o Reino de Deus.” Lucas 18,16

Segundo Maria Montessori é a criança que constrói o homem, e assim sendo buscou dar oportunidades para que esse Ser em construção fosse livre para realizar essa grande obra.
“A espera pelo Reino dos Céus é dinâmica, acontece na construção diária de pequenos gestos e atitudes de Amor, e lançar essa semente em corações pequenos e férteis é plantar a esperança de colher uma nova civilização, a civilização do Amor.”

“O Bom Pastor” não representa senão uma tentativa; mas indica a possibilidade de introduzir a religião na vida das crianças como um manancial de alegria e grandeza.
 
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